Voluntários da Corticeira Amorim plantam mais 2500 sobreiros
SustentabilidadeA iniciativa, em colaboração com a Quercus no âmbito do programa Green Cork, decorreu no passado dia 18 de novembro, na Herdade da Baliza, em Castelo Branco.
Desde 2011 que os voluntários da Corticeira Amorim contribuem para a reflorestação de Portugal, plantando mais de 27000 árvores autóctones.
Cento e vinte cinco voluntários da Corticeira Amorim plantaram 2500 sobreiros no passado dia 18 de novembro, na Herdade da Baliza, em Castelo Branco. A iniciativa, integrada no projeto Green Cork, o programa nacional de recolha seletiva e reciclagem de rolhas, criado em parceria com a Quercus e outros parceiros, visa promover e educar para uma prática de reciclagem da cortiça em Portugal e contribuir para o financiamento do projeto Floresta Comum, que assegura a plantação de árvores autóctones em Portugal, nomeadamente o sobreiro.
Para Cristina Rios de Amorim, Administradora da Corticeira Amorim responsável pela Sustentabilidade, esta é mais uma iniciativa que suporta uma “jornada com mais de 150 anos marcada por uma grande consciência da importância social, ambiental e económica do montado e da floresta em geral. Reflorestamos com cuidado e inovação e, através do nosso exemplo, procuramos difundir o conhecimento, a aplicação e a reciclagem da cortiça, esta matéria-prima singular que é a base da nossa atividade. O nosso objetivo é claro – estimular a consciência ecológica, continuar a alavancar uma economia de baixo carbono minimizando impactos ambientais”.
Anualmente os voluntários da Corticeira Amorim participam na plantação de sobreiros, envolvendo-se ativamente na viabilização e valorização das florestas de sobro, tão relevantes para a regulação do ciclo hidrológico, proteção contra a erosão dos solos, fomento de biodiversidade de relevância, diminuição do risco de desertificação, consolidação de barreiras contra incêndios e manutenção de importantes sumidouros naturais de CO2 – um conjunto inestimável de serviços de ecossistema, além de motores de desenvolvimento económico, ambiental e social.
Cristina Rios de Amorim faz o balanço desta atividade: “tem sido muito positiva. A primeira iniciativa foi lançada em 2011, ano em que a Assembleia da República Portuguesa deliberou – por unanimidade – atribuir ao sobreiro o estatuto de Árvore Nacional de Portugal. Com esta iniciativa totalizamos a plantação de mais de 27 000 árvores autóctones em Portugal, contribuindo para a criação de florestas mais biodiversas e resilientes.”