Quatro Gerações, Um Destino:
A Excelência

Grupo Amorim

O Grupo Amorim é uma das maiores, mais empreendedoras e dinâmicas multinacionais de origem portuguesa. Teve origem no negócio da cortiça, em 1870, sendo hoje líder destacado no setor a nível mundial.

Guiado por uma visão de crescimento sustentado, o Grupo tem apostado na diversificação da sua atuação, através do investimento em setores e áreas geográficas com elevado potencial de rentabilidade.

Nos anos 60, já com a terceira geração ao comando dos destinos do Grupo, iniciou-se um processo de verticalização do negócio da cortiça e de internacionalização da atividade. Sob o lema "nem um só mercado, nem um só cliente, nem uma só divisa, nem um só produto", foram sendo ultrapassadas fronteiras geográficas e condicionalismos arriscados, apresentando-se a cortiça ao mundo e, no mundo, criando uma vasta rede de subsidiárias. Atualmente, esta rede integra mais de 50 subsidiárias e 10 joint-ventures que antecipam tendências de mercado, servindo mais de 27 000 clientes de indústrias tão exigentes como a aeroespacial, automóvel, construção, desporto, energia, arquitetura e design, vinhos, espumantes e espirituosos. A todas aporta qualidade, performance, inovação e sustentabilidade.

Mas a terceira geração, liderada pela visão e audácia de Américo Ferreira de Amorim, tinha viajado já pelos quatro cantos do mundo. Tinha horizontes mais largos e ambicionava para o Grupo e para Portugal um desenvolvimento e uma abertura internacional que permitissem a modernização dos vários setores de atividade, a melhoria efetiva das condições de vida dos portugueses e o restabelecimento do prestígio de Portugal no mundo.

Nos anos 80, consolidada a jovem democracia portuguesa e formalizada a adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia, o Grupo enceta uma ambiciosa diversificação de negócios, atuando em setores emergentes da economia, como o financeiro, o imobiliário, a hotelaria e o turismo, as telecomunicações e a as novas tecnologias.

“O FUTURO CONSTRÓI-SE TODOS OS DIAS.”

Américo Ferreira de Amorim

Uma das mais audazes iniciativas foi, certamente, o projeto do primeiro banco comercial privado do pós-25 de abril.

Uma das mais audazes iniciativas foi, certamente, o projeto do primeiro banco comercial privado do pós-25 de abril, concretizado graças à determinação e empenho de Américo Ferreira de Amorim, ciente que estava da necessidade de “um banco aberto, forte, dinâmico, que servisse a sociedade civil, fosse um cenário de agentes económicos ativos, com um grande núcleo de acionistas portugueses de referência.” Com este propósito, nascia, em 1985, o Banco Comercial Português e se criavam, em Portugal, as condições legais e de mercado para outros bancos privados. 

Nos anos seguintes, participaria ainda em várias instituições financeiras, como a Soserfin, o Bank of Lisbon International (África do Sul), a Socifa & Beta, a Credifin, a Autoleasing e a Lusofactor. Em 1991, Américo Ferreira de Amorim volta a liderar, com êxito, a criação de um novo banco – o BNC – Banco Nacional de Crédito Imobiliário, S.A. 

Na área imobiliária, o Grupo Amorim empreendeu inúmeros projetos abrangendo a promoção, o investimento e os serviços. De projetos emblemáticos como as Torres de Lisboa, Entrecampos, Éden, S. João Bosco, Edifício Malhoa, Nova Campolide, Edifício Capitólio, Paço da Boa Hora; a novos conceitos imobiliários, como os Studio Residence e Highgrove; aos grandes centros integrados de retail (comércio, serviços, logística), como o Arrábida Shopping, o Sintra Business Park; aos grandes centros de desportivos, de lazer e de comércio, como o complexo das Antas e de Coimbra; até aos empreendimentos turísticos mais reputados, como o Sofitel de Vilamoura. Um milhão e meio de metros quadrados de promoção imobiliária, de norte a sul de Portugal. Uma atividade desenvolvida por iniciativa própria ou associada a parceiros de relevo, como a GE Capital, a ISM e a Caixa Geral de Depósitos.

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subsidiárias integradas na rede

joint-ventures

000

clientes de variadas indústrias

Em 1987, a joint-venture celebrada com o grupo francês Accor, o maior operador hoteleiro mundial, exponenciaria a intervenção do Grupo Amorim no sector do Turismo. Ao longo desta profícua parceria, os dois grupos constituíram uma série de empresas para a exploração das várias marcas ACCOR nos diversos segmentos: Novotel, IBIS, Mercure e Sofitel, a chancela premium da Accor. Mais de sessenta hotéis e de seis mil camas sob gestão, numa vastíssima e eclética oferta. 

A aquisição da Sociedade Figueira Praia, S.A., concessionária do Casino da Figueira, marca o investimento do Grupo no segmento de Leisure. Esta empresa era, também, detentora de um património imobiliário vastíssimo, cinco unidades hoteleiras, urbanização para mais de mil fogos, casino, Palácio Sotto-Mayor e concessões de bingo em Leiria, Viseu e Aveiro. Constituía, pois, um instrumento de dinamização turística de toda a zona centro.

Américo Ferreira de Amorim, ávido observador do que se passava em todo o mundo, tinha também um especial interesse pelas novas tecnologias. 

Na sua visão, a ciência e a engenharia haveriam de aportar aos negócios crescentes níveis de eficiência. Nas comunicações, na recolha e tratamento de informação, na mecanização de tarefas rotineiras, …

Por isso, acolhia entusiasticamente iniciativas pontuais relacionadas com esta área emergente, mas promissora, área de negócios. Em 1991, integra o consórcio vencedor do concurso para o primeiro operador de telecomunicações móveis em Portugal – a Telecel. Em tempo record, foi planeada, construída e colocada em funcionamento a rede digital que, apenas um ano depois, assegurava já a cobertura de uma larga faixa de população e de território.

Neste percurso, muitos outros projetos e negócios integraram o portfolio de investimentos do Grupo Amorim. Desde a área Têxtil, incluindo uma parceria com a alemã Gierlings, à área dos seguros e resseguros, incluindo uma parceria com a Heath Lambert, à área de trading, de serviços e tecnologias de informação.

Uma vontade que contagia e alimenta o entusiasmo da mais nova geração envolvida nos negócios da família, a quarta.

Ao longo destas agitadas décadas, a organização do Grupo Amorim foi-se aperfeiçoando e profissionalizando, desenvolvendo-se numa lógica de grupo económico. Em 1988, a Corticeira Amorim torna-se na subholding que agrupa todas as empresas ligadas à transformação da cortiça e parte do seu capital é disperso em bolsa. 

Em 2005, o Grupo Amorim recentra os seus interesses e participações na Corticeira Amorim, o core business do Grupo, mantendo o investimento e o desenvolvimento de outras áreas ligadas à natureza, como a vitivinicultura e o enoturismo, numa oferta de excecional qualidade e distinção. Deste portfolio faz parte a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo (Região Demarcada do Douro) e Taboadella (Região Demarcada do Dão).

Sempre com a missão de respeitar os princípios de desenvolvimento económico, social e ambiental, o Grupo Amorim continua assente nas bases sobre as quais construiu o seu património - visão empresarial, responsabilidade, diligência, criatividade e inovação. E na missão de se demarcar pela excelência, quer ao nível da gestão, quer dos produtos e serviços.

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