E se a mesma tecnologia que ajuda a escolher a rolha perfeita pudesse também ligar pessoas, partilhar ideias e transformar a forma como uma organização aprende? A Inteligência Artificial surge na indústria com o potencial que cada empresa lhe quiser dar e já não se trata de um “se”, mas de um “como” nos processos das organizações. Na Corticeira Amorim, esta ferramenta está a ser integrada de forma transversal, atuando em processos de fábrica tangíveis, como na escolha de rolhas, mas também aplicada a desafios imateriais, mas essenciais, como a gestão e a partilha de conhecimento.