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1944

Em 21 de março um incêndio destrói por completo as instalações da empresa de Santa Maria de Lamas, deixando em ruínas a maior fábrica de Vila da Feira. A calamidade abala todo o concelho. Centenas de operários ficam sem trabalho. Os prejuízos atingem os 15 mil contos.

Dois meses depois, o recomeço da laboração parcial, com mais de 300 operários, é notícia no Boletim da Junta Nacional da Cortiça.

Na mesma altura, a antevisão do iminente fim da II Guerra Mundial gera um clima propício à recuperação económica generalizada.

1939

O armazém adquirido em Abrantes transforma-se em fábrica de preparação das pranchas de cortiça. É o primeiro passo para a integração de processos de produção com fases distintas – produção de matéria-prima e produção de rolha – com garantia de qualidade do produto final.

1938

Numa época de grandes dificuldades sociais, o forte apelo para as questões da responsabilidade reflete-se na iniciativa de vanguarda da Amorim & Irmãos. Surge o primeiro refeitório para os funcionários, onde a empresa passa servir diariamente uma sopa quente. Também é disponibilizado o acesso a um médico. Começa a desenhar-se aquilo que viria a fazer parte da área de Responsabilidade Social, hoje implementada e desenvolvida em todas as grandes empresas.

1935

A família Amorim adquire um pequeno armazém em Abrantes, junto da principal zona de montado de sobro do país. A aquisição da matéria-prima passa a ser direta, evitando o seu açambarcamento pelas empresas estrangeiras. Nessa altura, Portugal, apesar de ser o maior produtor mundial de cortiça, só transforma cerca de 5% da matéria-prima, sendo o restante dominado por entidades estrangeiras. A estratégia da família Amorim vem contrariar esta tendência.