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Abordagem de Gestão

Para além das Políticas formais e dos sistemas de gestão que materializam a integração da sustentabilidade na Corticeira Amorim, a condução da atividade segundo um modelo de gestão sustentável contempla ainda abordagens de gestão para as áreas de:

  • Sociedade;
  • Serviços do Ecossistema, Combate às Alterações Climáticas;
  • Otimização de recursos na transformação da cortiça - Economia Circular. 

Sociedade

A Corticeira Amorim, ciente do seu papel nas Comunidades em que se insere, patrocina várias causas, numa grande diversidade de áreas, como a ação social e o apoio à criança, a deficientes e idosos, a educação, o ambiente e as atividades culturais, entre outras.

A Corticeira Amorim não tem posições assumidas quanto a políticas públicas nem participa em lobbies, excetuando no que diz respeito à proteção do sobreiro, à preservação do montado, à promoção do setor da cortiça, à certificação de sistemas de gestão florestal e à remuneração dos serviços ambientais do montado, procurando diretamente ou através de associações/organizações em que participa, a definição de políticas públicas que salvaguardem estas e outras matérias de Desenvolvimento Sustentável.

Como resultado da presença em diferentes comunidades, a Corticeira Amorim apoia diversas associações nacionais e internacionais representativas dos mais variados tipos de Stakeholders, nomeadamente associações comerciais e empresariais, centros de investigação e outros organismos da sociedade civil.

Serviços do Ecossistema e Combate às Alterações Climáticas

O montado de sobro é de extrema importância económica não apenas pela produção de cortiça, como também pelo valor social e ambiental dos inúmeros serviços prestados nomeadamente na fixação do carbono e, consequentemente, no combate às alterações climáticas.

O contributo da empresa para a manutenção, preservação e valorização do montado de sobro passa pelas seguintes linhas de orientação:

  • Aumento do conhecimento sobre impacto ambiental dos produtos de cortiça e do ecossistema que estes viabilizam;
  • Afirmação de soluções de cortiça e desenvolvimento do montado, enquanto garantes do ecossistema;
  • Dinamização de ações de sensibilização internas e externas;
  • Atuação proativa na discussão de políticas e na proposta de medidas para a proteção do sobreiro, a preservação do montado, a promoção do setor da cortiça, a certificação de sistemas de gestão florestal e a remuneração dos serviços ambientais do montado. Neste âmbito, procura:
  • Dinamizar a certificação FSC, com a sensibilização de produtores florestais para a utilidade destes princípios e critérios para uma gestão florestal responsável;
  • Sensibilizar os proprietários florestais para a conservação dos montados de sobro e para a adopção de boas práticas que melhorem os serviços fundamentais que os ecossistemas prestam a toda a população, seja ao nível da retenção de carbono, formação de solo, regulação do ciclo da água ou proteção da biodiversidade, estimulando as boas práticas de gestão florestal;
  • Aderir oportunamente a plataformas que visam incentivar o consumo responsável de produtos florestais e travar a degradação de florestas de todo o mundo.

Otimização de recursos na transformação da cortiça

A otimização da utilização e consumo da cortiça em todo o ciclo produtivo é uma das estratégias de sustentabilidade preconizadas da Corticeira Amorim. Os subprodutos gerados durante o processo produtivo das rolhas, ou a cortiça que não reúna características adequadas para a sua produção, são incorporados noutras aplicações de elevado valor acrescentado. A parte que não é passível de ser incorporada em produtos é valorizada como fonte de energia, a biomassa, neutra em matéria de emissões de CO2.

Não existem por isso desperdícios ou resíduos de cortiça - nada se perde, tudo é valorizado. Hoje, como sempre, existe por parte da Corticeira Amorim um esforço contínuo, nomeadamente em matéria de I&D, para a otimização do valor acrescentado de toda a matéria-prima.

A mesma filosofia de valorização da matéria-prima cortiça motivou a empresa a desenvolver uma iniciativa inédita de reciclagem de rolhas, que começou em Portugal e conta já com a forte adesão de países de cinco continentes.

 

 

Ambição estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas

A Corticeira Amorim alinhou a sua estratégia de sustentabilidade de acordo com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), cruzando-os com as suas áreas materiais de atuação.
A estratégia de sustentabilidade da Corticeira Amorim encontra-se particularmente alinhada com 12 dos 17 ODS.

 

 

Compromissos Voluntários

 

Carta de Princípios do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal) 

O BCSD Portugal integra a rede mundial do WBCSD - World Business Council for Sustainable Development e em Portugal agrega e representa mais de 90 empresas que se comprometem ativamente com a adopção de políticas e práticas de sustentabilidade. 

A Corticeira Amorim subscreveu, em novembro de 2017, a Carta de Princípios do BCSD, que estabelece os compromissos fundamentais de sustentabilidade que as empresas subscritoras, voluntariamente, adotam para si próprias e que procuram estender à sua cadeia de valor, na esfera da sua influência. A carta incentiva os subscritores a irem além do cumprimento das normas legais, adotando políticas e práticas reconhecidas e alinhadas com padrões de gestão éticos, sociais, ambientais e de qualidade, em qualquer contexto da economia global.

Assim, tal como os demais subscritores, a Corticeira Amorim:

  • Reconhece a importância da partilha de informação sobre sustentabilidade junto das suas partes interessadas, respondendo e esclarecendo sobre dúvidas e preocupações nestes domínios, contribuindo para a sensibilização da importância e relevância de adoção de práticas sustentáveis;
  • Considera a carta uma iniciativa aplicável a toda a cadeia de valor e procurará dialogar com os seus fornecedores diretos mais relevantes, de forma a encorajá-los a aderirem a esta mesma carta;
  • Compromete-se com a ambição estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

A carta pode ser consultada em:
http://www.bcsdportugal.org/wp-content/uploads/2017/12/Carta_Principios_BCSDPortugal.pdf

 

Carta de Princípios do Porto Protocol

O Porto Protocol é uma iniciativa de Adrian Bridge, presidente do grupo The Fladgate Partnership, que na origem juntou mais de oito dezenas de empresas na partilha e no debate de soluções para combater as alterações climáticas e minimizar os seus impactos.

Para o lançamento mundial da iniciativa, teve lugar no Porto a Climate Change Leadership Porto Summit 2018 que reuniu inúmeras personalidades, com destaque para Barack Obama, ex-Presidente dos EUA, Mohan Munasinghe, prémio Nobel da Paz em 2007 e Irina Bokova, ex-diretora geral da Unesco.

A cimeira trouxe a debate o tema das alterações climáticas bem como as soluções para mitigar este problema. Foi, também, apresentado o Porto Protocol e a sua Carta de Princípios, visando criar sinergias entre empresas comprometidas no combate às alterações climáticas e conscientes que, com o seu exemplo, podem influenciar outras entidades em torno da causa.

Os membros do Porto Protocol comprometem-se a orientar a sua atividade através de bons princípios ambientais, assim como a executar projetos que melhorem a sustentabilidade das respetivas organizações. O Porto Protocol prevê ainda o desenvolvimento de parcerias entre os aderentes, a possibilidade de disseminar ideias e de fornecer acesso a ferramentas de aprendizagem, relatórios e know-how produzidos por entidades oficiais.

Mais informação pode ser consultada em: https://climatechange-porto.com/porto-protocol/.