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Competência e tecnologia à conquista do Universo

Desde o início da exploração do Espaço, que a Corticeira Amorim é o principal parceiro tecnológico no fornecimento de soluções de isolamento para a NASA e para a Agência Espacial Europeia (ESA). A integração da cortiça nas naves e foguetões começou com a missão Apollo XI, que levou o Homem à Lua pela primeira vez. De sucesso em sucesso, integrou os programas Titan, Delta, Mars Rovers e Atlantis. No programa europeu, a Corticeira Amorim tem sido igualmente responsável pela integração de soluções de cortiça em escudos térmicos e antivibráticos, com importantes contribuições no âmbito do projeto Ariane 5 e do novo foguetão Vega.

"A cortiça é um compósito da natureza, um compósito com combinação única de propriedades."
in NASA Tecnhical Reports Server

Os materiais de isolamento para a indústria aeroespacial, comercializados sob a marca TPS (Thermal Protection Systems) desempenham um importante papel no êxito do lançamento e funcionamento de todos os veículos espaciais, sejam tripulados ou não. Quando um foguetão ou uma nave espacial são projetados para o espaço, a sua estrutura é sujeita a temperaturas tão elevadas que corre o risco de ser carbonizada. O mesmo acontece no regresso à Terra, assim que a nave entra em contacto com a atmosfera terrestre. Os materiais TPS são pioneiros na proteção térmica de blindagens, graças a um composto de cortiça único, que tem resistido a décadas de viagens espaciais.

A composição química da cortiça e a sua estrutura celular, composta por ar, tornam-na num excelente isolador térmico. Basta uma cobertura de um composto de cortiça com uma espessura entre 1,6 cm e 2,5 cm, dependendo da carga térmica que terá de suportar (sempre superior a mil graus centígrados), para proteger a nave da propagação das chamas.

A cortiça é aplicada em componentes críticos para a segurança do vaivém – normalmente no cone e noutras partes dos foguetes de propulsão acoplados à nave. Qualquer erro pode ser fatal para o equipamento e para a tripulação, pelo que o grau de exigência relativamente à eficácia dos produtos TPS é máximo.

Para o futuro, os bem-sucedidos testes de utilização da cortiça na exploração do Espaço alimentam novas expectativas, que passam pela aplicação de soluções para um programa interplanetário. O grau de exigência é ainda maior: destinos mais longínquos, como Marte, ou o transporte privado de astronautas e de material para a órbita inferior da Terra.