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800 milhões de células fazem toda a diferença

Os melhores vinhos do mundo sempre usaram rolha de cortiça. E no caso dos champanhes, caves de prestígio, como a Ruinart de Reims e a Moët et Chandon, por exemplo, usam-na desde o século XVIII. Atualmente, os produtores como a Corticeira Amorim aplicam o seu know-how no desenvolvimento de novas e melhores soluções que permitem alargar a utilização de um produto premium a vinhos de consumo rápido e a bebidas espirituosas, criando produtos direcionados para segmentos específicos. Por exemplo, o whisky mais caro do mundo, o Dalmore Trinitas 64, e o mais antigo, o Mortlach de 70 anos da Gordon & MacPhail, são vedados com rolhas Amorim.

"Os nossos vinhos são realmente melhores com cortiça. Podem não ser perfeitos, simplesmente sabem melhor."
Duncan Savage, Cape Point Vineyards, África do Sul

O êxito da cortiça reside numa estrutura complexa, única na natureza e que nenhuma tecnologia conseguiu ainda reproduzir. Cada rolha de cortiça natural é composta por cerca de 800 milhões de minúsculas células de suberina que fazem toda a diferença. Quando comprimidas, elas procuram voltar ao seu tamanho e forma originais, adaptando a rolha ao gargalo e mantendo uma vedação estanque. E porque são preenchidas com um gás semelhante ao ar, permitem a penetração de uma quantidade mínima de oxigénio após o engarrafamento.

Esta característica é vital, porque o oxigénio é um dos fatores mais importantes para a evolução do vinho engarrafado. Além disso, a cortiça protege contra variações de temperatura e impede que o vinho se deteriore com o tempo. A descoberta de um conjunto de 168 garrafas de champanhe em ótimo estado de conservação, naufragadas no mar Báltico há cerca de duzentos anos, testemunha a capacidade única da rolha de cortiça de preservar vinhos e champanhes.

A maioria prefere cortiça

A cortiça é a escolha das melhores caves do mundo. E não só – 70% da indústria vinícola prefere a rolha e, no caso dos consumidores, essa preferência assume proporções ainda maiores. Inquéritos realizados em vários países confirmam que a as rolhas de cortiça são o vedante de eleição a nível mundial. EUA, França, Itália e Espanha são alguns dos mais fiéis, que contagiam os mercados emergentes, como a China e a Rússia.

Os consumidores associam a rolha a vinhos de boa ou muito boa qualidade e esta perspetiva reflete-se no sucesso das marcas. Foi o que constatou a A.C. Nielsen nos EUA: entre 2010 e 2012 os vinhos vedados com rolha de cortiça registaram um incremento de 26% das vendas e de 23% das receitas – contra um declínio de 12% e de 7%, respetivamente, para os vedantes artificiais. Acresce o valor premium reconhecido da rolha de cortiça, que segundo aquela consultora, nos EUA pode atingir os 1,10 dólares por garrafa.

Além da interação benéfica da cortiça com o vinho, o fator natureza e os benefícios ambientais associados à rolha são características distintivas para a escolha deste vedante natural. As rolhas de cortiça são o único vedante com impacto positivo, contribuem para a retenção de CO2 da atmosfera e viabilizam uma atividade económica primordial. As adegas que utilizam rolhas de cortiça podem reduzir as emissões de CO2 das suas garrafas entre 18% e 40%, o que significa que estarão a melhorar o seu desempenho ambiental e a contribuir para a manutenção de um ecossistema único no mundo, o montado.

A área de rolhas é a mais importante do universo da Corticeira Amorim. Detentora de um diversificado portfolio de rolhas naturais, a empresa usufrui de uma posição ímpar no fornecimento da rolha ideal para qualquer tipo de vinhos e espirituosos. Saber mais.