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Uma liderança sustentável

A Corticeira Amorim lidera uma atividade económica paradigmática em termos de desenvolvimento sustentável. Ao promover a extração cíclica da cortiça, sem danificar as árvores, a empresa viabiliza o montado de sobro, um recurso natural e renovável, com inúmeros benefícios ambientais, económicos e sociais.

As florestas de sobreiros são importantes sumidouros naturais de CO2, regulam o ciclo hidrológico, protegem contra a erosão e os incêndios e fomentam uma biodiversidade de importância equiparada a regiões como a Amazónia, o Bornéu ou a savana africana.

É a extração da cortiça que mantém a vitalidade dos montados e que promove o desenvolvimento económico, ambiental e social que lhe está associado, permitindo que milhares de pessoas continuem a viver e a trabalhar em zonas áridas e semiáridas. Este contributo tridimensional concorre para que a cortiça se distinga entre as matérias-primas sustentáveis.

Totalmente natural, reutilizável e reciclável, a cortiça interioriza-se com a consciência ecológica da sociedade contemporânea. Em sintonia com uma forte motivação ambiental, a Corticeira Amorim implementou um processo produtivo integrado, através do qual assegura a reutilização de todos os subprodutos resultantes da transformação da cortiça. Tudo o que não pode ser reutilizado é reciclado, dando uma nova dimensão à velha máxima de que "nada se perde, tudo [regressa ao processo produtivo e] se transforma".

A mesma filosofia de valorização da matéria-prima cortiça motivou a empresa a desenvolver uma iniciativa inédita de reciclagem de rolhas, que começou em Portugal e conta já com a forte adesão de países de quatro continentes (Europa, América do Norte, Austrália e África).

"Consciente da singularidade do setor da cortiça, a Corticeira Amorim assume como nenhum outro player uma responsabilidade acrescida na preservação do precioso ativo que é o montado de sobro."

Processos e produtos ecoeficientes

Embora não seja detentora de floresta, a Corticeira Amorim reconhece a gestão sustentável do montado de sobro como uma prioridade estratégica. Foi pioneira na obtenção dos primeiros certificados do Forest Stewardship Council (FSC®) de cadeia de custódia na indústria da cortiça, em 2004 e, numa antevisão das necessidades da indústria vinícola - destinatária do seu principal produto -, foi a primeira empresa de packaging do mundo a alcançar esta certificação. Hoje, continua focada no desenvolvimento de produtos de acordo com os princípios FSC®, ao mesmo tempo que mantém o objetivo de aumentar o número de unidades industriais certificadas por esta conceituada norma internacional.

A integração contínua de modelos de desenvolvimento sustentável passa por fatores tão importantes quanto a implementação de tecnologias e processos produtivos ecoeficientes - várias unidades são certificadas de acordo com as principais normas nacionais e internacionais e inúmeros investimentos têm permitido aumentar a eficiência energética e reduzir as emissões de carbono.

Mais de 60% das necessidades energéticas da empresa são satisfeitas pelo recurso a biomassa (pó de cortiça), uma fonte de energia neutra em termos de emissões de CO2. Em resultado, desde 2006 - ano em que a Corticeira Amorim iniciou a monitorização consolidada das suas emissões - verifica-se uma redução superior a 40% no indicador de intensidade carbónica da empresa.

A Corticeira Amorim foi a primeira empresa do setor a promover a análise do impacto ambiental dos seus produtos, nomeadamente das rolhas e dos revestimentos. No primeiro caso, analisou o ciclo de vida comparativa de rolhas de cortiça versus cápsulas de alumínio e vedantes de plástico e concluiu que as rolhas são as mais amigas do ambiente.

O estudo, realizado ao abrigo das normas ISO 14040 e ISO 14044, e conduzido pela PricewaterhouseCoopers/ Ecobilan, demonstrou que a rolha de cortiça é mais eficiente em seis dos sete indicadores ambientais analisados. Em termos de emissão de gases com efeito de estufa, os resultados são também francamente favoráveis à rolha: mesmo sem considerar o sequestro de CO2 do montado de sobro, as emissões associadas à rolha de cortiça são 24 vezes inferiores às registadas pelos vedantes de alumínio e estão dez vezes abaixo dos de plástico.

Para conhecer melhor a cultura de sustentabilidade da Corticeira Amorim visite o site: