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A CORTICEIRA AMORIM, empresa líder a nível mundial na produção de rolhas para vinhos, encomendou um estudo à PricewaterhouseCoopers, o qual comprova que as emissões de dióxido de carbono associadas às rolhas de cortiça são significativamente menores do que as emissões relacionadas com as srewcaps (vedantes de rosca em alumínio) e os vedantes sintéticos. O referido estudo, que se prolongou durante um ano, mostrou que as emissões de CO2 – um factor-chave no aquecimento global - resultantes do ciclo de vida das screwcaps são 24 vezes superiores às das rolhas de cortiça natural, enquanto que os vedantes sintéticos são responsáveis pela emissão de dez vezes mais CO2 do que as rolhas de cortiça natural.
António Amorim, Presidente da CORTICEIRA AMORIM, referiu que “a CORTICEIRA AMORIM encomendou uma avaliação sobre o impacto ambiental dos principais produtos que produz, nomeadamente as rolhas de cortiça natural. O nosso objectivo era identificar oportunidades para melhorar o desempenho ambiental das rolhas de cortiça e disponibilizar à indústria vinícola valores pormenorizados sobre o impacto ambiental de diferentes tipos de vedantes. Agora, depois de uma análise externa, estamos em condições de publicar os resultados deste estudo, que mostra claramente que, em termos de desempenho ambiental, as rolhas de cortiça se posicionam como o melhor vedante para vinhos.” O estudo concluiu que, ao longo de um período de 100 anos, a emissão de CO2 durante o ciclo de vida de 1000 rolhas (isto é, produção, transporte, embalamento e fim de vida) ascende a 1.533 g de CO2 equivalente (CO2e), enquanto que o valor relativo a 1000 vedantes sintéticos é de 14.833 g de CO2e e em relação a 1000 screwcaps é de 37.172 g de CO2. Os valores relativos às rolhas de cortiça e aos vedantes sintéticos incluem as emissões relativas ao transporte para o mercado inglês assim como as emissões correspondentes à utilização de cápsulas de PVC que revestem o topo das garrafas seladas com este tipo de vedantes. Este estudo englobou a análise de sete indicadores-chave ambientais, a saber: a emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa; o consumo de energias não renováveis; o consumo de água; o contributo para a acidificação da atmosfera; o contributo para a deterioração da camada de ozono; o contributo para a eutrofização e a produção de desperdícios sólidos. As rolhas de cortiça classificaram-se como a melhor alternativa em seis dos referidos indicadores e surgem em segundo lugar, a seguir aos vedantes de alumínio, no que diz respeito ao consumo de água. O estudo da PricewaterhouseCoopers, elaborado nos termos das normas ISO 14040 e 14044, foi sujeito a uma revisão minuciosa realizada por três entidades independentes, incluindo um perito em análises de ciclos de vida. De acordo com as referidas normas, considerou-se sempre o cenário menos favorável em relação à promotora do estudo (CORTICEIRA AMORIM). Além disso, a análise não considerou o impacte ambiental associado ao processo da transformação do alumínio em tampas de rosca e da matéria-prima em vedantes sintéticos. A CORTICEIRA AMORIM elaborou Relatórios de Sustentabilidade em 2006 e 2007 onde evidenciava o papel fundamental dos montados na retenção do dióxido de carbono, na preservação da biodiversidade e no combate da desertificação, bem como o papel da manufactura da cortiça para um desenvolvimento sustentável. António Amorim acrescentou ainda que a referida análise do ciclo de vida tinha contribuído para ampliar a vasta base de conhecimentos da empresa sobre as questões de sustentabilidade dos produtos que produz. “Muitos sectores da indústria vinícola estão a trabalhar arduamente para reduzirem o impacte ambiental e este estudo volta a evidenciar o papel que as rolhas de cortiça podem desempenhar neste processo. As rolhas naturais são a única opção de vedante para os produtores de vinho, distribuidores e retalhistas que pretendem minimizar a pegada de carbono e adoptar as melhores práticas em relação ao desempenho ambiental. Nós somos o parceiro natural nos seus esforços de retenção de CO2”. O relatório de 2008 da PricewaterhouseCoopers sobre a análise do ciclo de vida e o respectivo resumo podem ser consultados em www.corkfacts.com e www.amorim.com.
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